Falar de coisas usadas significa, quase sempre, falar de coisas antigas. E dessa área, os antiquários costumam entender bem! Os antiquários vendem objetos antigos, sejam eles ainda funcionais, como câmeras ou telefones, ou apenas para decoração. Em geral, quanto mais antigo, raro ou conservado o produto é, melhor ele é avaliado.
Mas será que dá para empreender como um antiquário? Quem são os empresários deste setor aqui em Belo Horizonte? Para descobrir isso, conversamos com o antiquário e artista plástico Robson Antoniazzi (Antiguidades Lana); com o antiquário e economista Lúcio Lourenzo (Pé Palito); e com o presidente da CDL BH (Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte), Marcelo de Souza e Silva.
Confira abaixo na reportagem especial da Itatiaia:
Essa é a quarta reportagem de uma série de seis matérias especiais da Itatiaia sobre como o mercado de produtos usados movimenta a economia de Belo Horizonte e de Minas Gerais. Acompanhe a série completa no
canal da Itatiaia no YouTube
portal Itatiaia
Confira as outras matérias da série especial
Brechó ou bazar? Belo Horizonte tem quase 3 mil lojas de roupas usadas
Lojas ‘topa-tudo’ salvam clientes que querem comprar móveis baratos em BH
Sebos de livros usados resistem à tecnologia e atraem novos clientes em BH
Fonte: Itatiaia


