Acreditando que o desenvolvimento de uma comunidade vai muito além dos investimentos em infraestrutura e geração de empregos, a Cedro Mineração aposta em projetos que fortalecem a cultura, ampliam oportunidades e impulsionam a economia criativa em Minas Gerais. Com atuação firme na área social, a empresa apoia mais de 60 iniciativas voltadas à saúde, educação, cultura, esporte e inclusão, sempre com foco em gerar impacto real na vida das pessoas.
Mariana é um dos territórios onde esse compromisso tem se traduzido em ações concretas. Dentre vários programas já desenvolvidas, a cidade acaba de receber uma nova edição do Projeto Bamboo, uma iniciativa que une capacitação, sustentabilidade e geração de renda. Com patrocínio da Cedro Mineração e realização da ALCE (Associação Livre de Cultura e Esporte), o projeto está em desenvolvimento na Comunidade Terapêutica Emanuel (Coterem), espaço que acolhe pessoas em processo de recuperação e que agora também se torna ponto de transformação e aprendizado.
Curso transforma bambu em ferramenta de autonomia
Com três meses de duração, o curso oferecido pelo Projeto Bamboo ensina moradores de Mariana a trabalhar com o bambu, desde o manuseio e o tratamento até a confecção de objetos que poderão ser vendidos em lojas parceiras. O objetivo é capacitar pessoas para que tenham uma nova fonte de renda e, ao mesmo tempo, preservar uma matéria-prima que é símbolo da cultura local.
As aulas, que combinam teoria e prática, são ministradas pelo arquiteto e professor Flávio Negrão, com curadoria do designer Sergio Stark. Ao longo de 24 encontros, os participantes vão mergulhar na técnica e na criação, descobrindo novas possibilidades de produção artesanal. Ao fim do curso, todos receberão um certificado e a Coterem ganhará uma oficina completa, doada pelo projeto, para que o trabalho continue depois da capacitação.
O coordenador da iniciativa, Rud Carvalho, explica que o bambu foi escolhido por sua presença marcante em Minas. “É um vegetal muito farto em Minas, e que faz parte da infância de moradores da região. Está presente na memória afetiva de muitos deles que terão a oportunidade de fazer a oficina e testemunhar a transformação do bambu, afirma.”
Para o professor Flávio Negrão, o uso do bambu vai muito além da estética ou funcionalidade. Ele destaca que, por ser um recurso renovável, o material contribui para processos criativos mais sustentáveis e com menor impacto ambiental. Na visão do professor, recorrer a matérias-primas como o bambu, que atendem às necessidades do presente sem comprometer o futuro, é um caminho necessário e urgente.
Impacto social vai além da capacitação
A escolha da Coterem como sede do projeto tem um propósito especial. A comunidade oferece alternativas para a recuperação de dependentes químicos e já atua como um importante agente de mudança social na região. Com o Projeto Bamboo, esse impacto se amplia, oferecendo aos acolhidos a chance de aprender um ofício e reconstruir suas trajetórias por meio do trabalho manual e da conexão com suas raízes.
A proposta também tem gerado reconhecimento dentro da própria comunidade. O Padre José Geraldo Coura, o Padre Juca, de 51 anos, destaca o poder de transformação de ações como o Projeto Bamboo e afirma que “graças ao apoio da Cedro será possível levar às pessoas o desenvolvimento de suas habilidades, por meio de oficinas que darão requalificação profissional e pessoal. É uma valorização da vida de cada uma delas”, pontua.
O Projeto Bamboo ainda conta com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e integra uma rede de esforços que une sociedade civil, empresas e governo em torno de um mesmo objetivo: transformar vidas.
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Fonte: Itatiaia


