Empresário responsável por balão que caiu em SP e matou mineira não comparece a depoimento


O dono da empresa responsável pelo
balão que caiu em área rural de Capela do Alto
, no interior de São Paulo, e
matou uma mineira
no último dia 15, não compareceu para prestar depoimento. A informação é da Secretária de Segurança Pública do estado. Segundo o órgão, o caso segue sendo investigado pela Delegacia de Capela do Alto.

O balão voava com 35 pessoas e caiu no início da manhã do dia 15 de junho, perto das 7h50. O piloto do balão foi preso em flagrante. Segundo informações da Secretaria Municipal de Segurança, ele não tinha licença para voar.

O piloto realizou tentativas mal sucedidas de pouso em áreas inadequadas, o que resultou na queda dos ocupantes, segundo a Secretária de Segurança Pública de São Paulo. A princípio o caso foi registrado pelo plantão da Delegacia de Tatuí.

Além da Polícia Civil, o Instituto de Criminalística (IC) e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) foram acionados para apurar as causas do acidente, que é investigado como homicídio culposo.

A polícia também apura se o piloto tinha conhecimento prévio sobre as condições meteorológicas desfavoráveis e o tipo de fabricação do balão.

Quem era mineira que morreu no acidente?

Juliana Alves Prado Pereira, de 27 anos, estava no balão com amigos e o marido, que sobreviveu a queda e foi socorrido.

A jovem era formada pela Universidade do Vale do Sapucaí (Univás), que lamentou a perda. Ela atuava como analista de recrutamento e seleção.

Veja nota completa da PCSP sobre o caso

O caso segue sob investigação pela Delegacia de Capela do Alto. O proprietário da empresa foi chamado para prestar depoimento, mas não compareceu. As diligências finais estão em andamento para esclarecer os fatos e concluir a investigação.





Fonte: Itatiaia